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MPE – PARTICIPAÇÕES EM AGRONEGÓCIOS S/A

O GRUPO MPE entrou no setor de Agronegócios no final de 1991, com a compra da VALENÇA DA BAHIA MARICULTURA S/A, fazenda em implantação em Valença – BA, e, 18 meses após, em meados de 1993, com a compra da AGROMON – S/A – Agricultura e Pecuária em Diamantino – MT.

Naquela oportunidade o nosso objetivo era a diversificação das atividades, buscando acrescentar algo diferente ao seu “core business” a engenharia.

Em pouco mais de uma década, o GRUPO se consolidou como um dos maiores e mais diversificados do setor no país.

A partir da primeira fazenda de camarão, a VALENÇA DA BAHIA, com 160 hectares em construção em 1991, hoje somos quase 10% de toda a área implantada no Brasil, com 1.150 hectares em 4 fazendas. Também na Bahia, em Paulo Afonso, produzimos ração para camarão e peixe, atendendo nossa produção e fornecendo para terceiros.

Quando compramos a AGROMON S/A, a Fazenda Itaipu já era uma grande área com 12.000 hectares, soja e pecuária. Hoje são 100.000 hectares em 3 fazendas, onde plantamos soja, algodão, milho, e, desenvolvemos uma pecuária de corte totalmente integrada com a agricultura.

No Rio de Janeiro, produzimos frutas, cana de açúcar, pecuária de elite, além do suco BOM SUMO, produzido em nossa fábrica, na cidade de Campos.

Todos estes projetos foram construídos com alta concepção tecnológica, buscando produtividade máxima, total integração e respeito ao meio ambiente, visando o desenvolvimento do homem nas regiões de implantação.

Temos certeza que a opção pelo Agronegócio foi de suma importância para ajudar na atual posição do GRUPO MPE no cenário nacional. Atualmente, conforme veremos detalhadamente a seguir, atuamos nos estados de Mato Grosso, Rio de Janeiro e Bahia, em atividades onde somos ou seremos líderes, com parcerias estratégicas, tanto tecnologicamente, como comercialmente.

As oportunidades que o Brasil oferece neste setor da economia, aqueles que se prontificam a trabalhar, produzir com qualidade e produtividade são enormes. Entendemos que ao governo não cabe papel assistencialista, mas sim o de traçar políticas que venham facilitar na criação de infraestrutura básica bem como o apoio à pesquisa. Nossos projetos são motivo de orgulho para nós. Com crença no presente, plantamos o Brasil do futuro.